domingo, 6 de junho de 2021

Auto-observação

A pessoa tem de aprender a produzir a separação de si mesmo, a separação de todas as coisas: aprender a não se identificar com os sucessos, com os acontecimentos, com os eventos, com as coisas.

A identificação absorve, vampiriza a consciência da pessoa e a submerge mais profundamente no sonho.

De forma que necessitamos que nossa consciência desperte, o qual é possível fazendo a separação entre nós e as coisas, entre nós e os eventos ou sonhos.

auto-observacao1-gnosisonlineEm estado de alerta-percepção ou de alerta-novidade, podemos verificar diretamente que os defeitos escondidos afloram espontaneamente.

É claro que cada defeito descoberto na “escola” da vida prática deve ser trabalhado conscientemente, com o propósito de separá-lo de nossa psique.

Se ficamos sobre uma tábua e desejamos levantá-la para colocá-la arrimada em una parede, seria impossível esse trabalho enquanto continuarmos parados sobre ela.

Obviamente, devemos começar por separar a tábua de si mesmos, retirando-nos da mesma, para logo levantar a tábua com nossas mãos e colocá-la recostada no muro.

De maneira similar, não devemos nos identificar com nenhum “agregado psíquico”, se é que de verdade desejamos separá-lo de nossa psique.

Quem sempre se crê “uno” nunca será capaz de se separar de seus próprios “elementos indesejáveis”, pois considerará cada pensamento, sentimento, desejo, paixão, afeto, como funcionalismos diferentes e imodificáveis de sua própria natureza, e até se justificará dizendo que tais ou quais defeitos pessoais “são de caráter hereditário”.

Com a auto-observação descobrimos a multiplicidade do Ego
Com a auto-observação descobrimos a multiplicidade do Ego

Mas quem aceita a “doutrina dos muitos eus” compreende à base de observação que cada desejo, cada pensamento, ação, paixão, corresponde a este ou outro Eu distinto, diferente.

Qualquer “atleta” da auto-observação íntima trabalha muito seriamente dentro de si mesmo e se esforça por “apartar de sua psique” os “elementos indesejáveis” que carrega dentro.

Se a pessoa, de verdade e muito sinceramente, começa a observar-se internamente, acaba dividindo-se em dois: “observador” e “observado”.

Se tal divisão não se produzisse, é evidente que nunca daríamos um passo adiante na senda maravilhosa do Autoconhecimento. Como poderíamos observar a nós mesmos se cometêssemos o erro de não querer nos dividir entre “observador” e “observado”?

Indubitavelmente, quando essa divisão não ocorre, continuamos identificados com todos os processos do “eu pluralizado”. Quem se identifica com todos os processos do “eu pluralizado” é sempre vítima das circunstâncias.

Como poderia modificar circunstâncias aquele que não conhece a si mesmo? Como poderia conhecer a si mesmo quem nunca se observou internamente? De que maneira poderia alguém se auto-observar se não se divide em observador e observado?

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Bem, ninguém pode começar a cambiar radicalmente, enquanto não seja capaz de dizer “este desejo é um eu animal que devo eliminar”, “este pensamento egoísta é outro eu que me atormenta e que necessito desintegrar”, “este sentimento que fere meu coração é um eu intruso que necessito reduzir a poeira cósmica”…

Naturalmente, isso é impossível para quem nunca se dividiu entre observador e observado. Quem toma todos os seus processos psicológicos como funcionalismos de um eu único, individual e permanente se encontra tão identificado com todos os seus erros, os tem tão unidos a si mesmo que perdeu a capacidade para separá-los de sua psique.

Obviamente, pessoas assim jamais podem mudar radicalmente… são pessoas condenadas ao mais rotundo fracasso.

Samael Aun Weor 

In: https://www.gnosisonline.org/psicologia-gnostica/a-separacao-interior/


Cristina Cairo


 

sábado, 24 de abril de 2021

Tantrism

"From the time they first arrived, the invaders showed strong opposition to Tantric Shivaism, which finds its strength in being rooted in worship devoted to the Great Goddess. A warlike society cannot tolerate a culture for which the female is so central, as both origin and way of enlightenment, master and initiator. This goes against all that Puritanism and other invading forces stood for.

In Shivaism, the female embodies the power; the male, the capacity for wonder. Many of the masters were, and still are, women. Certain lineages are transmitted only through women, and, as an adept, the woman has greater credit than the man in terms of power, courage, and depth of vision. The texts clearly state: "What a male tantrika realizes in one year, a female adept attains in one day," as if, all by herself, she is naturally rooted in all that makes up the forgotten substratum that the great ancient religions have in common.

From the Celts to the Dravidians of the Indus valley, from Egypt to Babylon, the basis of the human psyche is entirely woven out of the divinity of the female. The various surges of the hordes, often less barbarian than they say, and bearers of great cultural forces, skills, and knowledge that breathed new life into Hinduism and allowed the arts their marvelous flowering, never succeeded in subduing this mysterious feminine power, still alive today in Tantrism.

No moral discredit whatsoever mars the woman. Far from being the source of sin, temptation, and damnation as in the three great monotheistic religions, as well as in certain tendencies of Hinduism and Buddhism, she is, on the contrary, the power and force for transmission of the highest mystical teaching.

These feminine values, which give a unique and very contemporary air to Tantrism, can be defined briefly as deep, harmonious, and peaceful strength as opposed to violence. Spontaneity and openness as opposed to artificial moral order, hypocrisy, Puritanism. Non-duality which restores completeness to being human by locating the divine within the self.  (…)

All this apprenticeship is aimed at transforming the man's ordinary and mediocre climax into a climax of slow and constantly increasing waves, which makes him capable of experiencing the pleasure of the woman and honoring the goddess as he should. The normal male orgasm is an act of violence against the woman. It's an expression of male impotence, using this brief pleasure like a knife to take a stab at all that's hidden deep within her infinitely capable body. When the tantrika discovers that his pleasure is no longer bound up with coming as quickly as possible, too quickly to satisfy a woman, he discovers all the richness of his feminine side. And discovering that, he rises to the power of the woman and the part. (…)

Using your mastery of the breath, the mental elements, the sperm, you will offer any number oforgasms to the goddess. Through the control of my internal muscles, my sweet smell, my vital power, my trembling force, I will make you come the same number of times, without ejaculating, each orgasm stronger than the last."

In: Tantric Quest, Daniel Odier

quarta-feira, 24 de março de 2021

Os Mistérios do Eterno Femenino

 O que acontece hoje em dia



Desde há mais de 5.000 anos, a chamada visão “divina” predominante neste planeta é uma visão totalmente de uma atitude que está cheia de superioridade dos homens em relação às mulheres. Quer eles considerem DEUS PAI, uma realidade espiritual infinita, ou como a “INTELIGÊNCIA SUPREMA”, ou como TODO-PODEROSO, ou considerem-no o Absoluto Supremo, hoje em dia os homens e as mulheres fazem-no no género masculino e, desta forma homens e mulheres cometem assim um erro fundamental.

Os grandes sábios deste planeta têm conhecimento e até mesmo hoje em dia sabem que DEUS PAI não é masculino, mas neutro. No misterioso processo da manifestação de tudo o que existe, o neutro, não-manifestado e transcendente DEUS PAI criou e manifestou tudo o que existe, tudo o que tem uma forma com a ajuda e, através do Eterno Feminino. Este Eterno Feminino é MAHA SHAKTI ou a Grande Mãe no Oriente. Na tradição cristã, a Grande Mãe é o ESPÍRITO SANTO. Para um muito bom entendimento deste mistério fundamental, os praticantes avançados do sistema milenar TANTRA YOGA encaram a mulher com sabedoria e descobriram há muito tempo que ela é a expressão perfeita de MAHA SHAKTI, através de cuja adoração frenética se pode, portanto, facilmente descobrir DEUS PAI que está intimamente unido na eternidade com o aspecto feminino manifestado (o eterno feminino), por meio dos quais a Sua Vontade Omnipotente faz tudo aparecer em toda a criação (com a ajuda do Eterno Feminino).

O MICROCOSMOS da mulher está numa misteriosa comunhão e conexão com o Eterno Feminino MAHASHAKTI. Mais do que isso, toda uma série de descobertas científicas têm hoje em dia já assinalado que, na verdade, não foi a mulher que resultou de uma “costela” do homem, mas na verdade o processo foi exactamente o oposto. Na verdade, foi o homem que resultou de uma sui generis adaptação parcial que foi conseguida a partir do corpo muito mais complexo da mulher. Noutras palavras, a mulher não resultou a partir do homem, mas o homem resultou da mulher. Os praticantes avançados do sistema TANTRA descobriram este importante mistério há milhares de anos atrás. Por esta razão, eles têm objetivamente apreciado e adorado a mulher em todo o seu valor, com base num conhecimento profundo desta misteriosa realidade.

O sistema milenar de SHAKTA é uma prova viva dessa descoberta da superioridade do seu corpo e MICROCOSMOS. Além disso, o conhecimento dessa verdade fundamental era algo comum e natural há vários milhares de anos atrás. Isso explica por que o elemento feminino foi muitas vezes e totalmente divinizado em todas as culturas que são hoje em dia pejorativamente consideradas como “pagãs”. Em tempos imemoriais, foi dada a importância que a mulher merecia (NA HIPÓSTASE DE MULHER INICIADA) pela simples razão desta revelação fundamental.

O culto da Grande Mãe (MAHASHAKTI) ou da Grande Deusa Mãe que está em estreita ligação com a vida, agricultura, fecundidade, abundância de culturas, com os mistérios da vida amorosa com a continência, com as potencialidades extraordinárias que a mulher tem (incluindo a de praticar a continência amorosa com uma facilidade surpreendente) persistiu por muito tempo, mas a certa altura a mulher passou a ser, a pouco e pouco, destronada pelo chamado arquétipo do ideal masculino que estava e está em estreita ligação com virilidade, conquistas, coragem e força.

A morte das culturas nas quais se adorava correctamente a “GRANDE MÃE DO MUNDO” (que na realidade é MAHA SHAKTI) deu à luz a uma ordem social patriarcal, na qual os homens submetem a mulher à sua autoridade despótica. Por esta razão, a pouco e pouco, o estatuto da mulher foi deteriorando. Os templos antigos que foram consagradas à Deusa Mãe foram destruídos e no seu lugar outros foram construídos que foram consagradas a divindades masculinas. Desta forma, a gigante Eva (MAHA SHAKTI) que deu à luz a humanidade mudou o seu estatuto e, portanto, foi unanimemente considerado ter-se tornado a mulher estúpida e insubordinada, a sedutora malvada.

O pico desta queda do estatuto da mulher foi atingido quando alguém afirmou que, de facto, as mulheres não têm uma alma e não são humanas. Hoje em dia, sabemos que o apóstolo Paulo defendeu com veemência a completa subordinação das mulheres aos homens. No século 6, os teólogos chegaram a perguntar-se se as mulheres tinham alma ou não. Durante a Idade Média, as mulheres foram muitas vezes considerados de forma falsa e aberrante como sendo criaturas nojentas que tinham relações com o diabo. A inquisição apresentou uma caça às bruxas sem precedentes. Todos estes aspectos são ainda mais bizarros, se considerarmos que no Genesis é mencionado que o ser humano, noutras palavras, tanto a mulher como o homem, foi criado por DEUS como um ser andrógino, ou noutras palavras, tanto homem como mulher ao mesmo tempo.

No sistema de milenar de TANTRA YOGA, através do despertar gradual e da activação do estado de SHAKTI, a mulher torna-se, portanto, consciente de uma série de potencialidades extraordinárias, que na maioria das vezes se encontram adormecidas dentro dela, insuspeitas. É verdade que o tratamento a que a mulher foi submetida há milhares de anos, após o final do período matriarcal, fez com que ela regredisse muito. Por milhares de anos, foi repetidamente dito à mulher que ela é “estúpida”, “incapaz”, “inferior”, “impotente”, etc. Devido ao facto de que qualquer mentira que é repetida incessantemente acaba por, eventualmente, se tornar uma chamada “verdade”, a mulher, a pouco e pouco, foi convencida e passou a acreditar em todos os males que lhe eram quase incessante e repetidamente contados pelos homens ignorantes, despóticos, egoístas, insensíveis, ávidos pelo poder, dominadores e possessivos que, além disso, têm a falsa impressão de que são claramente superiores a ela. Desta forma, a regressão ocorreu, pela assimilação da mulher destas falsas crenças inabaláveis. Esse estado de facto faz com que hoje em dia o subconsciente das mulheres sejam mais frequentemente obstruídos por aberrantes falsas convicções, tais como: “a mulher é inferior”, a mulher nunca pode ter sucesso no que o homem tem”,” a mulher tem apenas falhas e não qualidades”, “a mulher não tem nenhuma espécie de capacidades extraordinárias em comparação com as do homem”.

À luz destas revelações, é óbvio que a descoberta de fazer amor com continência por um número muito grande de mulheres contribuirá para o surgimento de uma verdadeira revolução, no que diz respeito ao despertar e ativação das potencialidades fabulosas que existem no MICROCOSMOS de todas as mulheres que aspiram a despertar o estado de SHAKTI dentro delas. Para isso, as mulheres iniciadas (QUE SE DEVEM TORNAR MULHERES INICIÁTICAS O MAIS RÁPIDAMENTE POSSÍVEL) devem tornar-se cientes de que na sua maioria elas são as únicas que podem ensinar a fazer amor com continência aos homens.

A clara superioridade da mulher, no que diz respeito à realização de fusões amorosas com continência é um trunfo essencial no processo de despertar das potencialidades fabulosas que estão adormecidas em cada mulher que aspira a despertar o estado de SHAKTI dentro dela.

Artigo completo em: http://www.natha.pt/os-misterios-do-eterno-feminin/


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Ego: o eu do orgulho

 A pessoa orgulhosa pode aprender a ser humilde, mas terá orgulho da humildade.

Mignon McLaughlinNão há nada tão estúpido como a inteligência orgulhosa de si mesma.Bakunin

Orgulho
Autoconsideração (É A PORTA DE ENTRADA DE TODOS OS DEFEITOS. A pessoa sente-se ferida,
mal amada, mal agradecida, injustiçada. Atrai, primeiro, a ira)
Auto-simpatia (esforça-se em ser simpático(a) para ter aceitação)
Automérito (crê-se merecedor, mesmo não fazendo nada)
Autovalorização (valorizar os esforços realizados. Quer recompensa)
Auto-suficiência (não necessita de ninguém, só acredita no próprio valor, não admite que alguém o
ajuda)
Burla (caçoar ou debochar de alguém através dos olhos ou de gargalhada, quer chamar a atenção)
Impontualidade (chega atrasado para ser notado)
Gargalhão (ri estrondosa e escandalosamente)
Complexo de inferioridade (crer-se menos que os outros, gera indecisos)
Complexo de superioridade (crer-se mais que os outros)
Indiferença (não ligar para os demais, fingir que não escuta ou liga para os outros)
Pilatos (justifica seus erros ou atitudes )
Desobediência (não aceita seguir ordens ou sugestões)
Orgulho físico (ególatra que admira o corpo ou determidada parte dele)
Orgulho mental (admira-se de seu preparo intelectual, seu diploma acadêmico etc.)
Eu Fama (ambiciona ser famoso, conhecido, notório, quer ser manequim, ator/atriz, político etc)
Nacionalista (apego o país, à região (Eu Sulista...), pode chegar ao genocídio)
Paranóico (doença mental, nunca aceitaria seus erros ou deficiências; complexo de perseguição)
Egotismo (só fala de si mesmo, incessantemente)
Incredulidade (não aceita os fatos por excesso de orgulho)
Pudorado (manifestar demasiado pudor)
Ressentimento (emoção mediana entre a ira e a autoconsideração)
Eu Guru (Pretende sempre dar respostas “superiores”, dar “lição de moral” nos outros) 
Para aniquilar um defeito psicológico, depois de o compreendermos, devemos rogar à nossa Divina Mãe Kundalini, "elimine este defeito, desintegre-o". Para recordar as cenas, repetir mentalmente o mantra RAOM GAOM. Deve-se estudar um defeito de cada vez, dedicando dois meses a cada um dos sete principais.

Em: Lirvro - Didática completa para a dissolução do eu psicolõgico

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Filosofia para crianças e adolescentes

 "Para introduzirmos a filosofia aos mais novos, de forma a que aprendam a pensar pela sua própria cabeça, existe um método simples e estimulante.

Em primeiro lugar, o adulto deve escolher um tema. (...)

Em segundo lugar, o adulto tem de resistir à tentação de transmitir qualquer conhecimento às crianças, que é o que acontece normalmente nos sermões que pais e professores tanto gostam de dar - ou seja, impondo a sua opinião pessoal. Só que a Filosofia é uma disciplina muito diferente das outras que as crianças aprendem na escola. Na Filosofia não existem resposta certas, como acontece em Matemática, História ou Geografia." (...)

"Em vez de transmitir conhecimento ou opiniões, o adulto deve ajudar as crianças a desenvolver um pensamento pessoal, um espírito crítico, uma capacidade de raciocinar sem recorrer a crenças e opiniões - aprendendo a escutar os outros, a dialogar, a argumentar.

Em terceiro lugar, a criança deve aprender a dar a sua opinião mesmo quando esta é contrária à de outro membro da família. Isso deve ser feito da seguinte forma: esperar pela sua vez de falar, depois olhar nos olhos do outro e dizer "Não estou de acordo contigo, porque...", fundamentando a sua opinião mas respeitando a do outro! Esta regra ensina à criança o respeito pela sua própria opinião e pela do outro, mas também a dar opiniões fundamentadas, em vez de se inibir ou de dar respostas fracas. Escusado será dizer que esta regra também terá de ser respeitada pelo adulto, para que a criança lhe siga o exemplo! (...)

..."filosofar é fazê-lo sentir, ensiná-lo a libertar as palavras e os pensamentos, abrir-lhe o espírito e o coração." (...) " Quando deixamos as crianças voar, elas acabam por oferecer-nos respostas mágicas, verdadeiras pérolas de sabedoria." (...)

"É sabido que a forma de falar influencia fortemente não apenas o ambiente emocional da família mas igualmente o desempenho escolar dos mais novos! (...)

"Porque muitas vezes foram mandadas calar em vez de serem escutadas e foram criticadas por terem interrompido uma conversa. (...) E talvez seja por estas e por outras razões que um dos maiores medos que têm -tal como muitos adultos - seja o medo de falarem em público." (...)

"A oratória tem de possuir um estatuto igual ao das competências de leitura e escrita no programa educativo nacional!

Crianças e adolescentes que dominam a arte da oratória e que aprendem a comunicar de forma eficaz são mais bem avaliados na escola, nas suas profissões, e acabarão por ter um impacto mais marcante na sociedade." (...)

É necessário que tanto pais como professores se tornem emocionalmente inteligentes e passem a educar mais com o coração do que com a mente, pois se essa aprendizagem for forçada pelos adultos, a curiosidade deixa de vir de dentro e desaparece. E, dessa forma, a criança deixa de se maravilhar e aprender."


Retirado do Livro: "Coaching emocional para pais", escrito por Cristina Valente